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Ministério Semper Reformanda · Ebook
Capa de O Doce Sono dos Amados de Deus — Charles Spurgeon

Charles H. Spurgeon

O Doce Sono dos
Amados de Deus

"Pois assim dá Ele aos seus amados o sono." Salmos 127:2

Um sermão pregado em 1855 sobre o descanso profundo que só Deus pode conceder — e que pertence a todo aquele que é Seu amado.

Tradução de Tayllon Carvalho · Versão NAA · Política "Contribua como Puder" disponível

Para quem está lendo

Você se deita — mas a mente não para. Os pensamentos correm. As preocupações de amanhã, os fracassos de ontem, as incertezas sem resposta.

Você fecha os olhos, mas continua vendo. Há algo no peito, na cabeça, que não deixa descansar. O dia termina, mas o peso não vai embora.

Spurgeon conhecia esse peso. Em março de 1855, diante de milhares de ouvintes no Exeter Hall em Londres, ele descreveu com precisão o homem que "se levanta cedo, repousa tarde e come o pão das dores" — sempre em movimento, nunca em paz. O homem a quem "dez mil coisas passam pela mente, como se toda a terra estivesse em agitação diante de você".

Esse homem somos nós. Essa é nossa época.

Mas o salmo não termina aí.

"Pois assim dá Ele aos seus amados o sono." Salmos 127:2

Existe um descanso que não depende das circunstâncias. Um sono que nenhuma ansiedade, nenhuma culpa, nenhum medo do amanhã consegue roubar. Um repouso que só Deus concede — e que pertence àqueles que são Seus amados. Neste sermão, Spurgeon mostra quem são esses amados e o que significa repousar verdadeiramente nEle.

O que você vai encontrar

Cinco sonos que Deus
concede aos que são Seus

Spurgeon distingue com cuidado os sonos que vêm da carne — a preguiça, a segurança carnal, a lassidão — dos sonos que são presentes de Deus. São esses últimos que ele examina com profundidade pastoral, aplicando-os ao cristão de qualquer época — inclusive a nossa.

I

O sono de uma consciência tranquila

"O pecado coloca espinhos no travesseiro. Mas uma consciência tranquila é a música mais doce que pode acalentar a alma para dormir."

II

O sono do contentamento

"Como o passarinho no ramo da árvore — fecha os olhos, esconde a cabeça sob as asas e dorme. Quando acorda, canta."

III

O suave descanso diante do futuro

"Quer eu viva ou morra, isso não importa para mim. Tanto faz, contanto que venha da mão do Pai."

IV

O sono da segurança

"Sei que, se fui comprado pelo sangue do Filho de Deus, não posso me perder. Seria impossível para Jesus Cristo perder alguém a quem Ele redimiu."

V

O sono de uma despedida feliz

"Bem-aventurados os mortos que morrem no Senhor. Durma em seu túmulo, meu irmão, pois você ressuscitará para a glória."

?

Você está entre os Amados de Deus?

No encerramento, Spurgeon apresenta três testes precisos: doutrina verdadeira, experiência real e prática piedosa. Um exame honesto e pastoral para o leitor.

Palavras que ficam

Spurgeon fala ao
coração do leitor

✦ ✦ ✦
"O pecado coloca espinhos no travesseiro. O pecado coloca uma adaga na cama do homem, de modo que, para qualquer lado que ele se vire, seja golpeado. Mas uma consciência tranquila é a música mais doce que pode acalentar a alma para dormir."
Spurgeon — O sono de uma consciência tranquila
"Caminho nesta terra com confiança. Sei que, se eu morresse, entraria nos céus — ter tanta certeza quanto tenho da minha própria existência de que Deus, tendo me amado com um amor eterno, e sendo Ele imutável, jamais me odiará."
Spurgeon — O sono da segurança
"Fora daqui, seus avarentos insaciáveis! Fora daqui, ambiciosos cheios de ganância! Não invejo suas vidas de inquietude. O Senhor concede, pelo contentamento, o sono àqueles a quem ama."
Spurgeon — O sono do contentamento
"Ah, o futuro! Todas as pessoas precisam temer o porvir, exceto os cristãos. Deus dá aos seus amados um sono feliz em relação aos eventos do tempo vindouro."
Spurgeon — O suave descanso diante do futuro
Prefácio
✦ ✦ ✦

"Em todo seu tom poético, Spurgeon edifica a Igreja de Cristo no tocante à confiança segura que a obra de Cristo proporciona aos Seus — tanto em aspectos passados, presentes e do porvir. É um convite à segurança em Cristo, ao contentamento e à esperança nEle. A leitura deste sermão é muito relevante para o aprendizado da quietude da alma em Jesus Cristo, o Salvador, Senhor do descanso."

Samuel Santos Diretor e professor na Doxa Theou Estudos

O Príncipe dos Pregadores

Charles H. Spurgeon

Kelvedon, Essex · Londres

Sobre o autor

Charles Haddon Spurgeon (1834–1892) foi um dos maiores pregadores cristãos do século XIX. Pregou este sermão em 1855, aos 20 anos de idade, diante de milhares de ouvintes no Exeter Hall, em Londres.

Sua pregação era marcada por profunda fidelidade às Escrituras, amor exultante por Cristo e firme convicção na soberania de Deus. Com linguagem clara, ilustrações vívidas e zelo pastoral, proclamava o evangelho de forma acessível, sem jamais diluir a verdade do Altíssimo.

Spurgeon foi sepultado no cemitério de Norwood com uma placa que diz: "Aqui jaz o corpo de Charles Haddon Spurgeon, esperando o aparecimento do seu Senhor e Salvador Jesus Cristo."

3.600
sermões pregados
20
anos ao pregar este sermão
1855
pregação original
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Está na hora de aprender
a verdadeiramente descansar

"O Doce Sono dos Amados de Deus" é um convite ao aprendizado da quietude da alma em Jesus Cristo. Um sermão de Spurgeon — traduzido para o português, disponível como ebook na Amazon.

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